A educação permanente e a integração entre as Comissões de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (CCIRAS) estiveram no centro de uma reunião bimestral da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), realizada nesta quinta-feira (29/10). A atividade tratou da atualização de protocolos e da organização das práticas assistenciais.
O encontro foi realizado em formato híbrido e reuniu profissionais de serviços públicos e privados de saúde. Equipes de 62 municípios participaram on-line, ao lado de médicos infectologistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem e farmacêuticos.
Integração entre serviços
Coordenada pela Comissão Estadual de Controle de Infecção em Serviços de Saúde (Ceciss), vinculada à Diretoria de Vigilância Hospitalar e Qualidade (DVHQ) da FVS-RCP, a reunião permitiu a discussão de desafios enfrentados pelas equipes, da organização das rotinas e da aplicação de orientações técnicas em diferentes estabelecimentos.
Segundo Gabriela Ramos, coordenadora da Ceciss, a programação busca integrar os profissionais das CCIRAS, promover a troca de conhecimentos e atualizar práticas de prevenção e controle das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) no Amazonas. “A educação permanente é essencial para aprimorar as práticas assistenciais e promover mais segurança aos pacientes”, afirmou.
A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, destacou que o contato entre profissionais da capital e do interior possibilita o compartilhamento de experiências. Para ela, essa troca contribui para o aprimoramento das práticas nos serviços de saúde, considerando a realidade de cada unidade.
Atualização de protocolos
Um dos facilitadores do encontro, o médico residente em infectologia Emerson Carvalho afirmou que as orientações passam por mudanças regulares. “Todos os anos, nós temos atualizações e, muitas vezes, a cada seis meses há novas atualizações de determinados protocolos”, explicou.
A enfermeira Aracely Nascimento, da Policlínica Governador Gilberto Mestrinho, relatou que o compartilhamento de experiências de unidades de grande porte pode servir de referência para a organização das atividades nas policlínicas. “Essas reuniões servem para que a gente tenha um norte, uma direção para conseguir colocar nosso programa dentro das unidades”, disse.
Além de discutir as orientações, a reunião possibilitou que profissionais conhecessem experiências de outros serviços e avaliassem possibilidades de aplicação das práticas conforme as particularidades de cada estabelecimento.
Fonte: Governo do Amazonas.
Foto: Jaqueline Macedo/ FVS-RCP





